365 Dias de Oração é um Ministério Cristão que visa nutrir a vida espiritual dos fiéis através de uma jornada diária de reflexão e devoção. Fundado na crença de que a oração tem o poder de transformar vidas e aproximar as pessoas de D'US, este blog oferece recursos e orientações para fortalecer a prática da oração em todas as suas formas. Ao longo de um ano, os leitores são convidados a explorar uma rica variedade de temas espirituais, passagens bíblicas, estudos e meditações que promovem crescimento pessoal e espiritual. Com um compromisso diário de inspiração e orientação, 365 Dias de Oração busca criar uma comunidade de fé unida pelo poder da oração contínua e pela busca incessante da presença divina em cada aspecto da vida. Portanto, convido você a orar junto comigo em nome de Jesus!

Leia o e-Book: "7 Dias de Orações Para Transformar Sua Vida!" e Renove Sua Fé e Espiritualidade!

Lucas – Capítulo 11

1 Um dia Jesus estava orando num certo lugar. Quando acabou de orar, um dos seus discípulos pediu: – Senhor, nos ensine a orar, como João ensinou os discípulos dele.
2 Jesus respondeu: – Quando vocês orarem, digam: “Pai, que todos reconheçam que o teu nome é santo. Venha o teu Reino.
3 Dá-nos cada dia o alimento que precisamos.
4 Perdoa os nossos pecados, pois nós também perdoamos todos os que nos ofendem. E não deixes que sejamos tentados. [Mas livra-nos do Mal].”
5 Então Jesus disse aos seus discípulos: – Imaginem que um de vocês vá à casa de um amigo, à meia-noite, e lhe diga: “Amigo, me empreste três pães.
6 É que um amigo meu acaba de chegar de viagem, e eu não tenho nada para lhe oferecer.”
7 – E imaginem que o amigo responda lá de dentro: “Não me amole! A porta já está trancada, e eu e os meus filhos estamos deitados. Não posso me levantar para lhe dar os pães.”
8 Jesus disse: – Eu afirmo a vocês que pode ser que ele não se levante porque é amigo dele, mas certamente se levantará por causa da insistência dele e lhe dará tudo o que ele precisar.
9 Por isso eu digo: peçam e vocês receberão; procurem e vocês acharão; batam, e a porta será aberta para vocês.
10 Porque todos aqueles que pedem recebem; aqueles que procuram acham; e a porta será aberta para quem bate.
11 Por acaso algum de vocês será capaz de dar uma cobra ao seu filho, quando ele pede um peixe?
12 Ou, se o filho pedir um ovo, vai lhe dar um escorpião?
13 Vocês, mesmo sendo maus, sabem dar coisas boas aos seus filhos. Quanto mais o Pai, que está no céu, dará o Espírito Santo aos que lhe pedirem!

REFLEXÃO: O PRIVILÉGIO DE FALAR COM D'US - POR: JORGE N. N. SCHEMES

Reflexão Com Jorge Schemes: O Que Aconteceu no Momento da Morte de Jesus?

 


 

O Que Aconteceu no Momento da Morte de Jesus?

Os Sinais Sobrenaturais da Cruz

(Mateus 27:48–53)




1. Contexto imediato da morte de Jesus segundo Mateus

O Evangelho de Mateus apresenta a morte de Jesus como um evento que ultrapassa a dimensão histórica e alcança a esfera cósmica, espiritual e redentora. A narrativa indica que toda a criação reage ao sacrifício do Filho de Deus.

Antes mesmo da morte, o texto registra:

Mateus 27:45

“E desde a hora sexta houve trevas sobre toda a terra, até à hora nona.”

As trevas sinalizam um momento de juízo, dor e intervenção divina, preparando o leitor para os acontecimentos extraordinários que se seguem.


2. O clamor final de Jesus e a entrega voluntária do espírito

(Mateus 27:48–50)

Mateus 27:48–50

Este momento cumpre o que já estava anunciado nas Escrituras:

Salmos 69:21

“Deram-me fel por mantimento, e na minha sede me deram a beber vinagre.”

A entrega do espírito não ocorre por fraqueza, mas por autoridade, conforme o próprio Jesus havia declarado:

João 10:17–18

O profeta Isaías havia anunciado:

Isaías 53:12

“Porquanto derramou a sua alma na morte; e foi contado com os transgressores; mas ele levou sobre si o pecado de muitos, e pelos transgressores intercedeu.”


3. O véu do templo se rasga de alto a baixo

(Mateus 27:51a)

Mateus 27:51a

“E eis que o véu do templo se rasgou em dois, de alto a baixo…”

O véu separava o Lugar Santo do Santíssimo Lugar:

Êxodo 26:33

“E pendurarás o véu debaixo dos colchetes; e ali, para dentro do véu, trarás a arca do testemunho; e o véu vos fará separação entre o santuário e o lugar santíssimo.”

O acesso era restrito:

Levítico 16:2

“Disse mais o Senhor a Moisés: Dize a Arão, teu irmão, que não entre em todo tempo no santuário dentro do véu…”

O Novo Testamento explica o significado do rasgar do véu:

Hebreus 10:19–20


4. A terra treme e as rochas se fendem

(Mateus 27:51b)

Mateus 27:51b

“…e tremeu a terra, e fenderam-se as pedras.”

A Escritura mostra que a criação responde à presença e à ação de Deus:

Salmos 18:7

“Então a terra se abalou e tremeu; e os fundamentos dos montes também se moveram e se abalaram, porque se indignou.”

O Evangelho afirma que tudo foi criado por Cristo:

João 1:3

“Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez.”

E que a criação sofre aguardando redenção:

Romanos 8:22–23


5. Os sepulcros se abrem e santos ressuscitam

(Mateus 27:52–53)

Mateus 27:52–53

Cristo permanece como o primeiro da ressurreição:

1 Coríntios 15:20

“Mas agora Cristo ressuscitou dentre os mortos, e foi feito as primícias dos que dormem.”

A vitória sobre a morte já havia sido anunciada:

Oséias 13:14

“Eu os remirei do poder do inferno, e os resgatarei da morte. Onde estão, ó morte, as tuas pragas?”

O próprio Jesus declarou:

João 11:25

“Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá.”

E após sua ressurreição afirmou:

Apocalipse 1:18

“E o que vivo e fui morto, mas eis aqui estou vivo para todo o sempre. Amém. E tenho as chaves da morte e do inferno.”


6. O testemunho do centurião

(Mateus 27:54)

Mateus 27:54

“E o centurião e os que com ele guardavam a Jesus, vendo o terremoto e as coisas que haviam sucedido, tiveram grande temor, e disseram: Verdadeiramente este era o Filho de Deus.”

Cumpre-se o chamado de Deus às nações:

Isaías 49:6

“Pouco é que sejas o meu servo, para restaurares as tribos de Jacó… também te dei para luz dos gentios.”


7. Síntese bíblica dos sinais da cruz

A Escritura testemunha que, no momento da morte de Jesus:

Tudo isso confirma:

Colossenses 2:14–15


8. Aplicações bíblicas diretas

Romanos 5:8

“Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores.”

Efésios 2:13–18

“Mas agora, em Cristo Jesus, vós, que antes estáveis longe, já pelo sangue de Cristo chegastes perto…”

1 Coríntios 15:55–57

“Onde está, ó morte, o teu aguilhão? … Graças a Deus, que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo.” 

9. Um Chamado à Entrega Espiritual

A morte de Jesus na cruz não foi apenas o encerramento de uma vida justa, mas o centro da história da redenção. No momento em que Cristo entregou o espírito, o céu reagiu, a terra tremeu, o templo foi aberto e a morte começou a ser vencida. Nada disso ocorreu por acaso; tudo testemunha que Deus estava agindo de forma definitiva em favor da humanidade.

A declaração final de Jesus resume o significado eterno da cruz:

João 19:30

“Quando Jesus tomou o vinagre, disse: Está consumado. E, inclinando a cabeça, entregou o espírito.”

“Está consumado” significa que a obra necessária para a salvação foi plenamente realizada. Nenhum esforço humano pode acrescentar algo ao sacrifício perfeito de Cristo.

A Escritura afirma que essa obra exige uma resposta pessoal:

Romanos 10:9–10

Diante da cruz, não há neutralidade. A Palavra de Deus chama cada pessoa a reconhecer sua condição e a se render ao que Cristo realizou:

Isaías 53:5

“Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.”

A entrega espiritual começa com arrependimento e fé:

Atos 3:19

“Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados.”

A cruz não apenas perdoa; ela reconcilia:

2 Coríntios 5:18–19

Por isso, o convite bíblico é urgente e atual:

Mateus 11:28

“Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei.”

Aqueles que respondem a esse chamado recebem uma nova vida:

Gálatas 2:20

“Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim.”

E essa entrega resulta em transformação e esperança eterna:

Romanos 8:1

“Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus.”


Apelo final à luz da cruz

Diante dos sinais sobrenaturais da cruz, a pergunta que permanece não é apenas o que aconteceu naquele dia, mas:

O que faremos com aquilo que Cristo fez?

A Palavra de Deus responde:

Apocalipse 3:20

“Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa.”

Que cada leitor ou ouvinte, ao contemplar a cruz, possa dizer com fé e entrega:

Gálatas 6:14

“Mas longe esteja de mim gloriar-me, a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo.”

10. Oração à Luz da Cruz de Cristo

Diante da cruz do Teu Filho, nós nos colocamos com temor e reverência, reconhecendo que aquele momento não foi comum, mas santo, poderoso e definitivo. A Tua Palavra declara que, quando Jesus entregou o espírito, o céu escureceu, a terra tremeu, o véu do templo se rasgou e a morte começou a ser vencida.

Nós confessamos que foi por causa dos nossos pecados que Ele foi ferido, e por causa das nossas iniquidades que foi moído. Reconhecemos que o castigo que nos traz a paz estava sobre Ele, e que pelas Suas pisaduras fomos sarados.

Senhor, cremos que Jesus não teve Sua vida tirada, mas a entregou voluntariamente. Cremos que o sacrifício foi perfeito, completo e suficiente. Hoje declaramos, com fé no coração e confissão com a boca, que Jesus Cristo é o Senhor, e que Tu o ressuscitaste dentre os mortos.

Assim como o véu foi rasgado de alto a baixo, nós recebemos com gratidão o livre acesso à Tua presença. Não nos aproximamos confiados em nossos méritos, mas no sangue de Jesus, que nos purifica de todo pecado.

Nós atendemos ao Teu chamado e abrimos a porta do nosso coração. Recebe-nos, Senhor. Toma o lugar que Te pertence. Que já não vivamos nós, mas que Cristo viva em nós.

Declaramos que nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus. Recebemos o perdão, a reconciliação e a nova vida que fluem da cruz.



7 Conselhos de Jesus para Transformar Seu Ano Novo Segundo o Evangelho

 

 


7 Conselhos de Jesus para Transformar Seu Ano Novo Segundo o Evangelho


Por:
Jorge Schemes

O início de um novo ano costuma ser acompanhado de expectativas, planos e também de inseguranças. Muitos desejam mudança, mas não sabem por onde começar. Para o cristão, a resposta não está em promessas vazias ou em força de vontade isolada, mas nas palavras vivas de Jesus Cristo.

O próprio Senhor nos assegura:

“O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não hão de passar.” (Mateus 24:35)

Ao meditarmos nos ensinamentos de Jesus, encontramos direção, consolo e transformação verdadeira. Que estes sete conselhos do próprio Cristo acompanhem sua caminhada espiritual ao longo deste novo ano.


1. Coloque Deus no centro da sua vida

Jesus nos convida a reorganizar o coração:

“Buscai primeiro o Reino de Deus e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.” (Mateus 6:33)

Na espiritualidade cristã, buscar o Reino não significa abandonar responsabilidades, mas confiar que Deus governa todas as áreas da vida. Quando Ele ocupa o primeiro lugar, o restante encontra sentido.

Meditação:
Que espaço Deus ocupa hoje em sua rotina, em seus sonhos e decisões?


2. Permita que Deus transforme seu interior

O chamado de Jesus ecoa ainda hoje:

“Arrependei-vos, porque é chegado o Reino dos céus.” (Mateus 4:17)

Arrepender-se é permitir que Deus renove pensamentos, sentimentos e atitudes. É um convite diário à conversão do coração, não ao peso da culpa, mas à liberdade da graça.

Meditação:
O que o Espírito Santo deseja transformar em você neste novo tempo?


3. Viva uma fé marcada pelo amor

Jesus resume toda a vontade de Deus em amor:

“Amarás o Senhor teu Deus… e amarás o teu próximo como a ti mesmo.” (Mateus 22:37–39)

O amor cristão não é apenas discurso, mas atitude concreta. Ele se expressa no perdão, no cuidado e na empatia, refletindo o próprio caráter de Cristo.

Meditação:
Quem Deus está chamando você a amar de forma mais intencional neste ano?


4. Escolha o caminho do perdão

Jesus nos ensina que o perdão é essencial para a vida espiritual:

“Se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará.” (Mateus 6:14)

Perdoar não apaga o passado, mas cura o coração e restaura a alma. O perdão é um ato de fé e obediência que liberta quem perdoa.

Meditação:
Há alguém que você precisa entregar a Deus e liberar em perdão?


5. Confie em Deus diante das incertezas

Jesus conhece nossas ansiedades:

“Não andeis ansiosos pelo dia de amanhã.” (Mateus 6:34)

A confiança em Deus não elimina os desafios, mas nos sustenta em meio a eles. Quando entregamos o futuro ao Senhor, encontramos descanso para a alma.

Meditação:
Quais preocupações você precisa colocar hoje nas mãos de Deus?


6. Produza frutos que glorifiquem a Deus

Jesus afirma:

“Pelos seus frutos os conhecereis.” (Mateus 7:16)

Uma fé viva se manifesta em atitudes transformadas. O Espírito Santo produz frutos visíveis naqueles que permanecem em Cristo.

Meditação:
Que frutos espirituais você deseja cultivar ao longo deste ano?


7. Permaneça firme nas palavras de Jesus

Jesus conclui com uma promessa:

“Todo aquele que ouve estas minhas palavras e as pratica será comparado a um homem prudente.” (Mateus 7:24)

A vida firmada em Cristo resiste às tempestades. Obedecer à Palavra não é apenas ouvir, mas viver segundo os ensinamentos do Senhor.

Meditação:
Sobre qual fundamento você deseja construir sua vida neste novo ano?


Oração Final

Senhor Jesus, entrego este novo ano em Tuas mãos. Ensina-me a viver segundo a Tua Palavra, a confiar em Ti e a refletir o Teu amor em cada atitude. Que minha vida produza frutos para a Tua glória. Amém.


Conselhos de JESUS Para Ter Paz Neste NATAL

 

O MAPA DA CURA: Como a Oração Curou o Coração Partido em 7 Dias



Você se sente preso(a) à tristeza, insônia e àquele "buraco no peito"?

Você já tentou de tudo, mas a dor do coração partido não vai embora. Parece que, quanto mais você tenta esquecer, mais o passado te persegue. Você precisa de algo mais profundo do que conselhos genéricos. Você precisa de uma intervenção.

Como a Oração Curou o Coração Partido em 7 Dias

Este e-book não é apenas um livro de autoajuda. É um guia prático e espiritual de 7 dias que transforma o campo de batalha do seu coração em um santuário de paz inabalável.

Descubra o método testado que tira você da dor crônica e o(a) coloca na plenitude, usando a chave mais poderosa que existe: a Oração de Autoridade.

✅ DIAS 1 & 2: O Poder do "Eu Solto": Você aprenderá a diferença crucial entre "pedir" e "declarar" na oração. Finalmente, você entregará a Deus o que não pode controlar, rasgando a "Carta de Desabafo" e silenciando o ressentimento.

✅ DIAS 3 & 4: Liberdade Inegociável: Você realizará o ato mais libertador de todos: o perdão em voz alta. Descubra como liberar seu ex-parceiro não por ele(a), mas para libertar a si mesmo(a) da prisão da mágoa (Fundamentado em Mateus 6:14-15).

✅ DIAS 5 & 6: Identidade Blindada: Você vai quebrar as mentiras de que seu valor depende de um relacionamento. Reafirme quem você é em Cristo, a "Obra-Prima" (Efésios 2:10) que Deus planejou para ser.

✅ DIA 7: O Milagre da Paz Sobrenatural: Você acordará sem o temido "buraco no peito". A Paz de Deus que excede todo o entendimento (Filipenses 4:7) se instalará como guarda-costas da sua alma, e você decretará sua Declaração de Futuro.

Se você está pronto(a) para parar de ser prisioneiro(a) do seu passado e começar a viver a plenitude do seu propósito, este Mapa é a resposta. Não perca mais tempo esperando que a dor passe sozinha.

Pare de lutar sozinho(a). Comece a orar com autoridade.

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Reflexão com Jorge Schemes: O Centro da Nossa Fé e das Nossas Orações



Reflexão com Jorge Schemes: Orar ao Nosso Pai de Amor e Misericórdia

 


Nosso Deus é um terno e misericordioso Pai. Seu serviço não deve ser considerado como um exercício penoso e entristecedor. Deve ser uma honra adorar o Senhor e tomar parte em Sua obra. Deus não quer que Seus filhos, para quem preparou uma tão grande salvação, procedam como se Ele fosse um duro e exigente feitor. E seu melhor amigo, e espera que, quando O adorem, possa estar com eles, para os abençoar e confortar, enchendo-lhes o coração de alegria e amor. O Senhor deseja que Seus filhos encontrem conforto em Seu serviço, achando mais prazer que fadiga em Sua obra. Deseja que aqueles que O buscam para Lhe render adoração, levem consigo preciosos pensamentos acerca de Seu cuidado e amor, a fim de poderem ser animados em todas as ocupações da vida diária, e disporem de graça para lidar sincera e fielmente em todas as coisas. Caminho a Cristo - O Privilégio de Falar com D'US - Ellen G. White.

Reflexão com Jorge Schemes: Orar e Bendizer a D'US

 



Reflexão Com Jorge Schemes: Orar Não é Apenas Pedir e Receber


Devemos louvar mais a Deus “pela Sua bondade e pelas Suas maravilhas para com os filhos dos homens”. Salmos 107:8. Nossas devoções não deviam consistir só em pedir e receber. Não pensemos sempre em nossas necessidades, sem nunca nos ocuparmos com os benefícios recebidos. Não oramos demasiado, mas somos ainda mais econômicos em nossas ações de graças. Estamos a receber continuamente as misericórdias de Deus e, no entanto, quão pouco Lhe exprimimos nosso reconhecimento, quão pouco O louvamos pelo que por nós tem feito! Caminho a Cristo - O Privilégio de Falar Com D'US - Ellen G. White. Para Estudos Bíblicos Acesse Agora: TEOLOGIA HOJE

Reflexão Com Jorge Schemes - Dons; Amor e Gratidão!


Ao conceder-nos tão ricos dons, não era Seu desígnio que estes nos absorvessem por tal forma a mente e o coração, que nada nos restasse para Lhe dar; eles nos devem, ao contrário, fazer lembrar sempre dEle, ligando-nos com laços de amor e gratidão a nosso celeste Benfeitor. Vivemos muito apegados à Terra. Ergamos o olhar para a porta aberta do santuário celestial, onde a luz da glória de Deus resplandece na face de Cristo, o qual pode também salvar perfeitamente os que por Ele se chegam a Deus”. Hebreus 7:25. Caminho a Cristo - O Privilégio de Falar com D'US - Ellen G. White.

Reflexão Com Jorge Schemes - Oração e Vida Social

 

É para nosso prejuízo que nos privamos do privilégio de nos reunir uns com os outros para nos fortalecer e animar mutuamente ao serviço do Senhor. As verdades de Sua Palavra perdem seu vigor e importância para o nosso espírito. O coração deixa de ser iluminado e comovido por sua santificadora influência, e declinamos na espiritualidade. Perdemos muito, em nossas relações como cristãos, devido à falta de simpatia de uns para com os outros. Aquele que se fecha consigo mesmo, não está preenchendo o lugar a que o Senhor o designou. O devido cultivo dos traços sociais de nossa natureza, leva-nos a ter simpatia pelos outros, sendo um meio de nos desenvolver e tornar mais fortes para o serviço de Deus. Livro Caminho a Cristo - Capítulo: O Privilégio de Falar com D'US.

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Quando a Oração se Torna Pecado?!

 


Quando a Oração se Torna Pecado?!

Um estudo bíblico fundamentado nas Escrituras Sagradas

Por: Jorge Schemes

Introdução

A oração é um dos pilares centrais da vida cristã, sendo o meio pelo qual o crente se comunica com Deus, expressa gratidão, apresenta suas súplicas e busca direção divina (Filipenses 4:6-7). No entanto, embora seja um privilégio concedido aos filhos de Deus, a Bíblia apresenta circunstâncias em que a oração pode se tornar ineficaz, reprovável ou até mesmo pecaminosa. Esta afirmação pode parecer paradoxal, mas é bíblica: Deus, em determinados contextos, rejeita orações e declara que não as ouvirá (Isaías 1:15; Provérbios 28:9).

O objetivo deste estudo é examinar, à luz das Escrituras, em quais situações a oração deixa de agradar a Deus e, ao contrário, se torna algo que Ele reprova.


1. Oração sem obediência à Palavra de Deus

"O que desvia os seus ouvidos de ouvir a lei, até a sua oração será abominável." (Provérbios 28:9)

A oração não pode ser dissociada da obediência. Quando alguém ora, mas rejeita voluntariamente os mandamentos de Deus, sua oração perde valor espiritual. O ato de falar com Deus exige um coração submisso à Sua vontade (1 João 3:22). Sem obediência, a oração se torna mera religiosidade vazia.

Referências adicionais: João 15:7; Tiago 1:22.


2. Oração com motivações egoístas

"Pedis, e não recebeis, porque pedis mal, para o gastardes em vossos deleites." (Tiago 4:3)

Deus sonda o coração e conhece as intenções mais profundas (Jeremias 17:10). Quando a oração é movida por interesses egoístas, vingança, vaidade ou desejos carnais, ela se afasta do propósito divino. O pedido pode ser legítimo externamente, mas se a motivação interna não glorifica a Deus, Ele não responde (1 Coríntios 10:31).

Referências adicionais: Salmos 66:18; 1 João 5:14.


3. Oração hipócrita e para autopromoção

"E, quando orares, não sejas como os hipócritas; pois gostam de orar em pé nas sinagogas e nas esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam a sua recompensa." (Mateus 6:5)

A oração é um ato de intimidade com Deus, não um espetáculo para impressionar os outros. Jesus condenou a prática dos fariseus que usavam a oração como palco de autoexaltação. Quando o foco deixa de ser Deus e passa a ser a imagem diante das pessoas, a oração se torna pecado.

Referências adicionais: Mateus 6:6-8; Lucas 18:9-14.


4. Oração sem reconciliação

"Portanto, se trouxeres a tua oferta ao altar, e aí te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa ali diante do altar a tua oferta, vai reconciliar-te primeiro com teu irmão; e depois vem e apresenta a tua oferta." (Mateus 5:23-24)

Embora este texto fale sobre ofertas, o princípio se aplica à oração. A comunhão com Deus está diretamente ligada à comunhão com o próximo. Guardar mágoa, ódio ou falta de perdão impede que as orações sejam ouvidas (Marcos 11:25-26).

Referências adicionais: 1 Pedro 3:7; Isaías 59:1-2.


5. Oração persistente em meio ao pecado não confessado

"Se eu atender à iniquidade no meu coração, o Senhor não me ouvirá." (Salmos 66:18)

A oração de um pecador arrependido é sempre aceita (Lucas 18:13), mas a oração de quem vive deliberadamente no pecado e se recusa a abandoná-lo é rejeitada. Deus não ignora a rebeldia contínua (Isaías 59:1-2).

Referências adicionais: Provérbios 15:29; Miqueias 3:4.


6. Oração contrária à vontade de Deus

"E esta é a confiança que temos nele, que, se pedirmos alguma coisa segundo a sua vontade, ele nos ouve." (1 João 5:14)

Mesmo pedidos aparentemente bons podem ser contrários ao plano soberano de Deus. Orar para que algo aconteça fora de Seu propósito eterno é insistir contra a direção divina. Isso se tornou evidente na súplica de Paulo para que o “espinho na carne” fosse removido — Deus respondeu “não”, porque tinha um propósito maior (2 Coríntios 12:7-9).

Referências adicionais: Mateus 26:39; Tiago 4:15.


7. Oração como substituto de ação

"Por que clamas a mim? Dize aos filhos de Israel que marchem." (Êxodo 14:15)

Há momentos em que Deus espera obediência e ação, não mais súplicas. Usar a oração como desculpa para procrastinar a obediência é um erro espiritual. A oração deve impulsionar para a ação, não substituir o cumprimento da vontade de Deus.


Conclusão e Aplicações Práticas

A oração é santa, mas pode ser desonrada quando usada de forma egoísta, hipócrita ou desconectada da obediência. Para que nossas orações agradem a Deus, precisamos:

  1. Orar com um coração obediente (João 15:7).

  2. Examinar nossas motivações (Salmos 139:23-24).

  3. Praticar a reconciliação antes de buscar a Deus (Mateus 5:24).

  4. Confessar pecados e abandonar a iniquidade (1 João 1:9).

  5. Submeter pedidos à vontade soberana do Senhor (1 João 5:14).

A oração que agrada a Deus é aquela que brota de um coração sincero, humilde e submisso à Sua Palavra. Quando a oração é usada para manipular, exibir-se, justificar o pecado ou contrariar a vontade divina, ela deixa de ser um ato de devoção e se torna pecado.



Questionamentos

Minhas orações estão alinhadas à vontade de Deus ou têm sido motivadas por interesses egoístas e desejos pessoais? (Tiago 4:3)

Tenho buscado a presença de Deus com um coração obediente e arrependido, ou tenho mantido pecados não confessados que impedem a eficácia da minha oração? (Salmos 66:18)

Minha vida de oração é marcada por sinceridade e intimidade com Deus, ou já usei a oração como forma de autopromoção ou substituição da obediência prática? (Mateus 6:5; Êxodo 14:15)


Oração

"Pai Santo e Justo,

Venho à Tua presença com temor e reverência, reconhecendo que és o Deus que sonda os corações e conhece as intenções mais profundas da minha alma. Hoje, à luz da Tua Palavra, reconheço que nem toda oração Te agrada, e por isso me coloco diante de Ti em humildade.

Perdoa-me, Senhor, por cada vez que meus lábios Te buscaram enquanto meu coração estava distante. Purifica-me de toda oração feita por hábito, por vaidade ou por interesse próprio. Lava-me de toda hipocrisia e de toda intenção egoísta.

Ensina-me a orar com um espírito obediente, pronto a cumprir a Tua vontade antes mesmo de pedir algo. Livra-me de buscar apenas o que satisfaz meus desejos, e dá-me um coração que anseia pelo que Te glorifica.

Se há mágoa, rancor ou falta de perdão em mim, mostra-me, Senhor, para que eu possa reconciliar-me e voltar a falar Contigo de mãos limpas e coração puro. Não permitas que eu use a oração como desculpa para não agir, mas que ela seja combustível para a obediência e coragem de fazer o que Tu ordenas.

Que minhas orações sejam agradáveis diante de Ti, como incenso suave, porque vêm de um coração quebrantado e submisso ao Teu senhorio. E que, em tudo, eu ore segundo a Tua vontade, para a Tua glória e para o cumprimento dos Teus propósitos eternos.

Eu Te agradeço, ó Pai, porque sei que, quando ando na Tua verdade, Tu inclinas os Teus ouvidos para ouvir-me. Em nome de Jesus Cristo, meu Senhor e Salvador, eu oro. Amém."

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